Viaturas da PM cercaram o ônibus durante as negociações para a rendição dos sequestradores
Foto: Carlo Wrede/O Dia
Foto: Carlo Wrede/O Dia
Os dois primeiros presos suspeitos do sequestro do ônibus da linha Praça Mauá-Duque de Caxias, da Viação Jurema, na noite de terça, no centro do Rio de Janeiro, foram identificados na 6ª Delegacia de Polícia de Cidade Nova como sendo das favelas do Alemão e do Jacarezinho. Um deles, que dirigiu o ônibus, usava camisa social e gravata. Segundo testemunhas, eles embarcaram na Praça 15 e renderam passageiros na altura do Estácio, quando PMs, alertados pelo motorista, entraram no ônibus. O terceiro preso é provavelmente de uma comunidade de Duque de Caxias.
O terceiro suspeito, Jean Junior da Costa Oliveira, de 21 anos, desceu do ônibus levando um passageiro. Na altura do Estácio, ele começou a dar tiros a esmo. Em seguida, roubou um Zafira com um casal. Dois PMs pediram emprestado o veículo de motorista e seguiram o bandido até a favela do Mandela, em Manguinhos. O criminoso abandonou o veículo e as vítimas e fugiu a pé para a favela. No entanto, acabou preso durante a madrugada.
Passageiros contaram que havia cerca de 20 passageiros no coletivo. Uma mulher de 70 anos que não se identificou descreveu: "Foi uma noite de terror. Eles tinham umas quatro granadas. Pensei que fosse morrer". Cerca de 50 homens do Bope participaram dos momentos finais da negociação que começou com policiais do 4º BPM. Atiradores de precisão se posicionaram nos arredores e um dos policiais chegou a subir no teto do ônibus na negociação.
O terceiro suspeito, Jean Junior da Costa Oliveira, de 21 anos, desceu do ônibus levando um passageiro. Na altura do Estácio, ele começou a dar tiros a esmo. Em seguida, roubou um Zafira com um casal. Dois PMs pediram emprestado o veículo de motorista e seguiram o bandido até a favela do Mandela, em Manguinhos. O criminoso abandonou o veículo e as vítimas e fugiu a pé para a favela. No entanto, acabou preso durante a madrugada.
Passageiros contaram que havia cerca de 20 passageiros no coletivo. Uma mulher de 70 anos que não se identificou descreveu: "Foi uma noite de terror. Eles tinham umas quatro granadas. Pensei que fosse morrer". Cerca de 50 homens do Bope participaram dos momentos finais da negociação que começou com policiais do 4º BPM. Atiradores de precisão se posicionaram nos arredores e um dos policiais chegou a subir no teto do ônibus na negociação.
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