O Instituto Oncoguia criou uma ação bem educativa, nas redes sociais, para disseminar que o mês de setembro é voltado para a conscientização do câncer de ovário.
A atividade chega em boa hora porque se trata do câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado.
O maior problema é que a maioria dos tumores malignos de ovário só dá as caras em estágio avançado. Por isso, é também do câncer ginecológico mais letal (é a quarta causa de morte por tumores em mulheres), embora seja menos comum do que o câncer de colo do útero.
Embora possa se manifestar em qualquer faixa etária, esse tipo de neoplasia é mais frequente em mulheres acima de 40 anos de idade.
O quadro clínico não é muito específico e pode se manifestar como dor abdominal difusa – aquela que se espalha por várias direções, além de constipação, aumento de volume do abdome e desconforto digestivo.
Outro entrave é que o exame clínico dificilmente consegue diagnosticar tumores pequenos, mas a ecografia pélvica transvaginal e transabdominal permite o diagnóstico e a avaliação desses tumores de ovário.
E os marcadores tumorais, que são dosados no sangue, favorecem a detecção precoce do câncer de ovário, sobretudo junto à ecografia.
O tratamento é feito através de cirurgia que permite a avaliação da cavidade abdominal e a retirada de todo tumor visível. Vale frisar que a maioria dos casos necessita de complementação terapêutica com quimioterapia. A radioterapia e a hormonioterapia também são tratamentos complementares.
PREVENÇÃO
Não existem recomendações específicas para prevenção do câncer ovariano. Sabe-se que anticoncepcionais orais reduzem o risco desse tipo de tumor. A ligadura das trompas também parece reduzir o risco de tumores no ovário.
Apesar de a obesidade ser um fator de risco, não existem ainda estudos que provem a relação entre dieta e essa neoplasia.
É importante informar que o melhor método para avaliação periódica e preventiva dos ovários é a ultrassonografia transvaginal, que é o exame que apresenta sensibilidade e especificidade para detectar o câncer ovariano.
O Instituto Oncoguia criou uma ação bem educativa, nas redes sociais, para disseminar que o mês de setembro é voltado para a conscientização do câncer de ovário.A atividade chega em boa hora porque se trata do câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado.
O maior problema é que a maioria dos tumores malignos de ovário só dá as caras em estágio avançado. Por isso, é também do câncer ginecológico mais letal (é a quarta causa de morte por tumores em mulheres), embora seja menos comum do que o câncer de colo do útero.
Embora possa se manifestar em qualquer faixa etária, esse tipo de neoplasia é mais frequente em mulheres acima de 40 anos de idade.
O quadro clínico não é muito específico e pode se manifestar como dor abdominal difusa – aquela que se espalha por várias direções, além de constipação, aumento de volume do abdome e desconforto digestivo.
Outro entrave é que o exame clínico dificilmente consegue diagnosticar tumores pequenos, mas a ecografia pélvica transvaginal e transabdominal permite o diagnóstico e a avaliação desses tumores de ovário.
E os marcadores tumorais, que são dosados no sangue, favorecem a detecção precoce do câncer de ovário, sobretudo junto à ecografia.
O tratamento é feito através de cirurgia que permite a avaliação da cavidade abdominal e a retirada de todo tumor visível. Vale frisar que a maioria dos casos necessita de complementação terapêutica com quimioterapia. A radioterapia e a hormonioterapia também são tratamentos complementares.
PREVENÇÃO
Não existem recomendações específicas para prevenção do câncer ovariano. Sabe-se que anticoncepcionais orais reduzem o risco desse tipo de tumor. A ligadura das trompas também parece reduzir o risco de tumores no ovário.
Apesar de a obesidade ser um fator de risco, não existem ainda estudos que provem a relação entre dieta e essa neoplasia.
É importante informar que o melhor método para avaliação periódica e preventiva dos ovários é a ultrassonografia transvaginal, que é o exame que apresenta sensibilidade e especificidade para detectar o câncer ovariano.
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